Seu filho costuma
andar nas pontas
dos pés?

Isso pode ser um sinal de que seu filho precisa de atenção especializada pois pode ser um sinal de uma condição conhecida como "Marcha em Equino Idiopático" ou simplesmente "Equino Idiopático."

O tratamento precoce ajuda a impedir que a condição traga dores e limitações às atividades do seu filho.

Você conhece a Marcha
em Equino Idiopático
?

A Marcha em Equino Idiopático é uma condição em que a criança apresenta a tendência persistente de andar na ponta dos pés, sem uma causa aparente. O chamado “andar nas pontas dos pés” é comum entre crianças que, na maioria dos casos, abandonam o hábito por volta dos 3 anos de idade por contra própria. No entanto, existem alguns sinais de alerta que os pais devem ter a respeito da condição.

Entenda alguns pontos sobre a tendência de algumas crianças em andar nas pontas dos pés

 

Crianças de qual idade são as mais afetadas pelo equino idiopático?

A marcha em equino idiopático é uma condição que pode afetar crianças de todas as idades. Abaixo dos 02 anos de idade a marcha na ponta dos pés costuma ser uma alteração benigna com tendência de melhora espontânea.

O que causa a marcha em equino idiopático?

Não se possui uma certeza absoluta sobre a causa da marcha em equino idiopático, por este motivo é aplicado o termo "idiopático". No entanto, suspeita-se de fatores genéticos, neuromusculares ou ligados ao desenvolvimento.

A marcha em equino idiopática pode estar associada a outros transtornos?

Por conceito o equino idiopático ocorre quando não se estabelece a causa, porem existe a marcha em equino secundário a outras causas como, paralisia cerebral, sequelas de trauma e alterações congênitas e Transtorno do Espectro Autista (TEA).

Como faço para agendar a avaliação dos meus filhos?

Entre em contato através do WhatsApp (11) 5242-7132 e verifique os dias e horários disponíveis para atendimento.

Caso prefira você poderá também agendar por ligação através no número (11) 5242-7132.

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Quando eu devo buscar um ortopedista pediátrico para meu filho?

Os pais devem buscar um ortopedista pediátrico principalmente em crianças maiores que estão andando na ponta dos pés na maior parte do tempo, que não conseguem encostar o calcanhar no chão ou em que haja suspeita de uma marcha em equino secundária a outras causas.

Outros sinais também podem precisar de atenção:

Incapacidade de encostar os calcanhares no chão;

Calcanhar afinado e com pele clara e fina;

Alargamento do ante pé com dedos abertos e pele grossa;

Limitação da amplitude de movimento do tornozelo com dificuldade de levantar a ponta do pé.

 

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Seu filho costuma
andar nas pontas
dos pés?

Isso pode ser um sinal de que seu filho precisa de atenção especializada pois pode ser um sinal de uma condição conhecida como "Marcha em Equino Idiopático" ou simplesmente "Equino Idiopático."

O tratamento precoce ajuda a impedir que a condição traga dores e limitações às atividades do seu filho.

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em Equino Idiopático
?

A Marcha em Equino Idiopático é uma condição em que a criança apresenta a tendência persistente de andar na ponta dos pés, sem uma causa aparente. O chamado “andar nas pontas dos pés” é comum entre crianças que, na maioria dos casos, abandonam o hábito por volta dos 3 anos de idade por contra própria. No entanto, existem alguns sinais de alerta que os pais devem ter a respeito da condição.

Entenda alguns pontos sobre a tendência de algumas crianças em andar nas pontas dos pés

 

Crianças de qual idade são as mais afetadas pelo equino idiopático?

A marcha em equino idiopático é uma condição que pode afetar crianças de todas as idades. Abaixo dos 02 anos de idade a marcha na ponta dos pés costuma ser uma alteração benigna com tendência de melhora espontânea.

O que causa a marcha em equino idiopático?

Não se possui uma certeza absoluta sobre a causa da marcha em equino idiopático, por este motivo é aplicado o termo "idiopático". No entanto, suspeita-se de fatores genéticos, neuromusculares ou ligados ao desenvolvimento.

A marcha em equino idiopática pode estar associada a outros transtornos?

Por conceito o equino idiopático ocorre quando não se estabelece a causa, porem existe a marcha em equino secundário a outras causas como, paralisia cerebral, sequelas de trauma e alterações congênitas e Transtorno do Espectro Autista (TEA).

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Quando eu devo buscar um ortopedista pediátrico para meu filho?

Os pais devem buscar um ortopedista pediátrico principalmente em crianças maiores que estão andando na ponta dos pés na maior parte do tempo, que não conseguem encostar o calcanhar no chão ou em que haja suspeita de uma marcha em equino secundária a outras causas.

Outros sinais também podem precisar de atenção:

Incapacidade de encostar os calcanhares no chão;

Calcanhar afinado e com pele clara e fina;

Alargamento do ante pé com dedos abertos e pele grossa;

Limitação da amplitude de movimento do tornozelo com dificuldade de levantar a ponta do pé.

 

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Existem outros sintomas associados à marcha em equino idiopático?

Sim. Além dos sinais percebidos pelos pais, é possível que as crianças afetadas pela marcha em equino idiopático apresentem outros sintomas.

Outros sinais também podem precisar de atenção:

Encurtamento dos músculos da panturrilha

Dificuldade para caminhar

Dor na região do ante pé (parte da frente do pé) e na região da inserção do tendão de Aquiles

Dificuldade para prática esportiva

Como é feito o diagnóstico da marcha em equino idiopático?

O diagnóstico do equino idiopático é realizado clinicamente, sem necessidade de exames adicionais.

Em casos com suspeita de equino secundário a outras causas pode-se solicitar exames de acordo com a suspeita. Por exemplo, caso o médico suspeite de paralisia cerebral, pode ser solicitada uma ressonância magnética para confirmação.

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Existem outros sintomas associados à marcha em equino idiopático?

Sim. Além dos sinais percebidos pelos pais, é possível que as crianças afetadas pela marcha em equino idiopático apresentem outros sintomas.

Outros sinais também podem precisar de atenção:

Encurtamento dos músculos da panturrilha

Dificuldade para caminhar

Dor na região do ante pé (parte da frente do pé) e na região da inserção do tendão de Aquiles

Dificuldade para prática esportiva

Como é feito o diagnóstico da marcha em equino idiopático?

O diagnóstico do equino idiopático é realizado clinicamente, sem necessidade de exames adicionais.

Em casos com suspeita de equino secundário a outras causas pode-se solicitar exames de acordo com a suspeita. Por exemplo, caso o médico suspeite de paralisia cerebral, pode ser solicitada uma ressonância magnética para confirmação.

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Como são divididos os níveis de gravidade da marcha em equino idiopático?

Os níveis de gravidade podem variar de casos mais leves a mais graves.

Nos casos leves

A criança fica por pouco tempo na ponta dos pés, consegue encostar o calcanhar no chão e não apresenta diminuição importante da amplitude de movimento (ADM) do tornozelo. Ou seja, consegue levar a ponta do pé sem muita dificuldade.

Já em quadros mais graves

A criança acometida costuma ficar muito tempo ou o tempo todo na ponta dos pés, não consegue encostar o calcanhar no chão e apresenta uma diminuição da amplitude de movimento (ADM) do tornozelo, o que a impossibilita de levantar a ponta do pé.

Quais são as principais opções de tratamento não-cirúrgico da marcha em equino idiopático em crianças?

O tratamento conservador para marcha em equino idiopática em crianças pode ser considerado em casos leves a moderados, onde os sintomas não são graves e não impactam na qualidade de vida da criança. Eles podem incluir:

Fisioterapia

Terapia Ocupacional

Acompanhamento regular

Aplicação de gesso seriado

Uso de palmilhas piramidais 

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Quais são as principais opções de tratamento não-cirúrgico da marcha em equino idiopático em crianças?

O tratamento conservador para marcha em equino idiopática em crianças pode ser considerado em casos leves a moderados, onde os sintomas não são graves e não impactam na qualidade de vida da criança. Eles podem incluir:

Fisioterapia

Terapia Ocupacional

Acompanhamento regular

Aplicação de gesso seriado

Uso de palmilhas piramidais 

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E nos casos de cirurgia, como é feito o procedimento para marcha em equino idiopática?

As técnicas cirúrgicas dependerão da gravidade de cada caso e da experiência do cirurgião. Os procedimentos mais comuns para a marcha em equino idiopática acontecem em diferentes zonas de alongamento na região da panturrilha e do tendão de Aquiles, como:

Zona II

Alongamento da aponeurose conjunta dos músculos Gastrocnêmios e do músculo Sóleo.

 
 

Procedimento de Vulpius

Alongamento da aponeurose conjunta dos músculos Gastrocnêmios e do músculo Sóleo através de um corte em formato de “V” invertido.

Procedimento de Baker

Alongamento da aponeurose conjunta dos músculos Gastrocnêmios e do músculo Sóleo através de um corte em formato de “U” invertido.

Zona III

Alongamento do tendão de Aquiles

 

 
 

Procedimento de Hoke

Esta técnica envolve o alongamento do tendão de Aquiles através de uma hemissecção tripla.

Procedimento de White

A técnica é similar ao procedimento de Hoke, envolve o alongamento do tendão de Aquiles através de uma hemissecção dupla.

 

Quais são os cuidados pós-cirúrgicos que os pacientes devem ter?

Após a cirurgia, a criança terá que fazer o uso de uma bota gessada que pode ser feita a partir de gesso normal ou sintético, que garante a maior resistência e durabilidade. O gesso é feito logo após a cirurgia e a criança já sai do centro cirúrgico com o mesmo e deve ser mantido por um período de 4-6 semanas, podendo a criança pisar e andar com este gesso.

Após a retirada do gesso, inicia-se o período de uso de órtese suropodalica (AFO). Este objeto, por sua vez, pode ser utilizado por um período de 06 semanas a 06 meses, a depender do paciente. Além disso, a criança deverá associar sessões de fisioterapia para alongamento e treino de marcha, conforme tolerado.

A criança já pode andar logo nos primeiros dias após a cirurgia, com o gesso. Após a retirada existe um período de adaptação em que a criança deambula com auxílio de orteses e inicia o processo de fisioterapia. Após este período de adaptação a criança está liberada para retornar às atividades gradativamente.

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Quais são os cuidados pós-cirúrgicos que os pacientes devem ter?

Após a cirurgia, a criança terá que fazer o uso de uma bota gessada que pode ser feita a partir de gesso normal ou sintético, que garante a maior resistência e durabilidade. O gesso é feito logo após a cirurgia e a criança já sai do centro cirúrgico com o mesmo e deve ser mantido por um período de 4-6 semanas, podendo a criança pisar e andar com este gesso.

Após a retirada do gesso, inicia-se o período de uso de órtese suropodalica (AFO). Este objeto, por sua vez, pode ser utilizado por um período de 06 semanas a 06 meses, a depender do paciente. Além disso, a criança deverá associar sessões de fisioterapia para alongamento e treino de marcha, conforme tolerado.

A criança já pode andar logo nos primeiros dias após a cirurgia, com o gesso. Após a retirada existe um período de adaptação em que a criança deambula com auxílio de orteses e inicia o processo de fisioterapia. Após este período de adaptação a criança está liberada para retornar às atividades gradativamente.

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Perguntas Frequentes

 
Quais são as consequências de andar na ponta dos pés aos adultos?
As principais consequências esperadas são dor, alargamento e espessamento da pele na região do antepé (Parte da frente do pé), afinamento da pele do calcanhar, dor na inserção do tendão de Aquiles, dificuldade para deambular longas distâncias e para prática de algumas atividades.
Quais as complicações possíveis para as cirurgias da marcha do equino idiopático?
Os procedimentos cirúrgicos da zona II e zona III raramente apresentam complicações, quando acontecem as mais comuns são: infecção pós-operatórias, ruptura do tendão e recidiva.
É possível que a criança volte a andar na ponta dos pés após a cirurgia? O que fazer nesse caso?

Não é muito comum, mas é possível.

Caso a criança volte a andar na ponta dos pés após o tratamento conservador ou cirurgia, é necessária uma reavaliação para que possa ser traçado um novo plano de tratamento. Por exemplo, se o paciente apresentar recidiva com o uso do gesso seriado pode-se optar pelo tratamento cirúrgico.

Dr. Fellipe Catelan

CRM-SP: 172.306 | RQE: 94553

Sou um médico ortopedista pediátrico graduado pela Universidade Federal do Espírito Santo (UFES), com especialização e residência em ortopedia pediátrica pela USP. Minha abordagem visa resolver problemas de forma global e empática, priorizando o acolhimento ao paciente.

Minha expertise inclui procedimentos cirúrgicos e tratamentos conservadores para diversas condições, como marcha em equino/equino idiopático, displasia do desenvolvimento do quadril, pé torto congênito, genu varo e genu valgo, paralisia cerebral, mielomeningocele, fraturas, pé plano, escoliose, entre outros. Avalio cada caso com cuidado e dedicação, visando o melhor resultado para o paciente.

   

Dr. Fellipe Catelan

CRM-SP: 172.306 | RQE: 94553

Sou um médico ortopedista pediátrico graduado pela Universidade Federal do Espírito Santo (UFES), com especialização e residência em ortopedia pediátrica pela USP. Minha abordagem visa resolver problemas de forma global e empática, priorizando o acolhimento ao paciente.

Minha expertise inclui procedimentos cirúrgicos e tratamentos conservadores para diversas condições, como marcha em equino/equino idiopático, displasia do desenvolvimento do quadril, pé torto congênito, genu varo e genu valgo, paralisia cerebral, mielomeningocele, fraturas, pé plano, escoliose, entre outros. Avalio cada caso com cuidado e dedicação, visando o melhor resultado para o paciente.